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Setor da construção pede reforma na política econômica
Insatisfeitos com o desempenho da economia, representantes de associações do setor da construção civil no País lançaram, em 23 de abril, um manifesto com pedidos de reforma na política econômica do País, além de reivindicações específicas para o mercado imobiliário. Entre as principais bandeiras está a transformação do Minha Casa, Minha Vida em uma política permanente de Estado, em vez de um programa passageiro de governo.

O Minha Casa, Minha Vida está em sua segunda fase, que vai até fim deste ano. O futuro do programa habitacional em 2015, porém, ainda é incerto. O governo federal já disse que fará uma terceira fase, mas não definiu suas metas. Além disso, uma possível mudança no governo após as eleições aumenta as dúvidas sobre como o programa será tocado no ano que vem.

"Não é possível tomar decisões de investimento com políticas públicas que oneram excessivamente o setor privado, além de políticas que não se mostram permanentes", consta em trecho do manifesto lido há pouco pelo mestre de cerimônia do Constru BR, congresso que reúne empresários, associações e autoridades públicas.

O documento foi assinado inicialmente pelos presidentes do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe, e da Associação Brasileira da Indústria da Construção (Abramat), Walter Cover, durante abertura do congresso. A intenção é reunir o apoio de outras participantes do evento e em seguida encaminhar o documento para representantes do governo federal, governos estaduais e prefeituras.

A abertura do evento contou também com a presença do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Simão, e do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. O governador paulista, Gerado Alckmin, e o prefeito da cidade, Fernando Haddad, foram convidados, mas não compareceram, limitando-se a enviar representantes.

Dentre os itens que constam no manifesto está o pedido para que a inflação anual seja reduzida da faixa de 5,0% a 6,0% para 3,0% nos próximos 10 anos, além do pedido para que a carga tributária seja cortada de 36,5% para 25% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos 15 anos. 
O documento também cobra o fim da bitributação do ICMS e do ISS, revisão da legislação trabalhista, manutenção das desonerações na folha de pagamentos e simplificação na cobrança de impostos, dentre outros itens de uma extensa lista. "O clima é de incerteza devido à falta de reformas por parte do governo", destaca outro trecho do manifesto.

Fonte: Obra 24 horas
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